sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Não posso ser conivente com a falta de respeito que é dada ao povo capixaba,onde tive minha casa assaltada por duas vezes em menos de 3 meses, e a unica coisa que ouço é que devo fechar mais minha casa,quer dizer a vez é do bandido,chamo a policia e eles nem se quer aparecem,ate quando viver num estado onde somos tratados como lixo humano?Cada as autoridades competentes no caso,ninguem aparece,qgora quando se rouba algo que pertence ao estado logo incriminam qualquer um e nao tem conversa,por isso peço a todos que ja sofreram esta violencia em seus lares que nem registrem ocorrencia pois nao vai dar em nada,a nao em perda de tempo de ir fazer registro.Estado covarde,so ajuda os grandes do meio deles e o povo que se dane.Eleiçoes vem ai continuem votando neles gente.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Escola da Ponte
SOBRE A RELEVÂNCIA DO CONHECIMENTO E DAS APRENDIZAGENS
Todo o conhecimento verdadeiramente significativo é autoconhecimento, pelo que se impõe
que seja construído pela própria pessoa a partir da experiência. A aprendizagem é um processo
social em que os alunos, heuristicamente, constroem significados a partir da experiência.
Valorizar-se-ão as aprendizagens significativas numa perspectiva interdisciplinar e holística do
conhecimento, estimulando-se permanentemente a percepção, a caracterização e a solução de
problemas, de modo a que o aluno trabalhe conceitos de uma forma consistente e continuada,
reelaborando-os em estruturas cognitivas cada vez mais complexas.
É indispensável a concretização de um ensino individualizado e diferenciado, referido a uma
mesma plataforma curricular para todos os alunos, mas desenvolvida de modo diferente por cada
um, pois todos os alunos são diferentes. Os conteúdos a apreender deverão estar muito próximos
da estrutura cognitiva dos alunos, bem assim como dos seus interesses e expectativas de conhecimento.
A essencialidade de qualquer saber ou objectivo concreto de aprendizagem deverá ser aferida
pela sua relevância para apoiar a aquisição e o desenvolvimento das competências e atitudes
verdadeiramente estruturantes da formação do indivíduo; a tradução mecânica e compartimentada
dos programas das áreas ou disciplinas curriculares em listas inarticuladas de conteúdos ou objetivos
avulsos de aprendizagem não conduz à valorização dessa essencialidade.
O envolvimento dos alunos em diferentes contextos sócio–educativos e a complementaridade
entre situações formais e informais favorecem a identificação de realidades que frequentemente
escapam às práticas tradicionais de escolarização e ensino.
A avaliação, como processo regulador das aprendizagens, orienta construtivamente o percurso
escolar de cada aluno, permitindo-lhe em cada momento tomar consciência, pela positiva, do
que já sabe e do que já é capaz.
Acompanhar o percurso do aluno na construção do seu projecto de vida, tendo consciência
da singularidade que lhe é inerente, impõe uma gestão individualizada do seu percurso de aprendizagem.
A diversidade de percursos possíveis deverá no entanto acautelar o desenvolvimento
sustentado do raciocínio lógico matemático e das competências de leitura, interpretação, expressão
e comunicação, nas suas diversas vertentes, assim como a progressiva consolidação de todas
as atitudes que consubstanciam o perfil do indivíduo desenhado e ambicionado neste Projeto
Educativo.
SOBRE A RELEVÂNCIA DO CONHECIMENTO E DAS APRENDIZAGENS
Todo o conhecimento verdadeiramente significativo é autoconhecimento, pelo que se impõe
que seja construído pela própria pessoa a partir da experiência. A aprendizagem é um processo
social em que os alunos, heuristicamente, constroem significados a partir da experiência.
Valorizar-se-ão as aprendizagens significativas numa perspectiva interdisciplinar e holística do
conhecimento, estimulando-se permanentemente a percepção, a caracterização e a solução de
problemas, de modo a que o aluno trabalhe conceitos de uma forma consistente e continuada,
reelaborando-os em estruturas cognitivas cada vez mais complexas.
É indispensável a concretização de um ensino individualizado e diferenciado, referido a uma
mesma plataforma curricular para todos os alunos, mas desenvolvida de modo diferente por cada
um, pois todos os alunos são diferentes. Os conteúdos a apreender deverão estar muito próximos
da estrutura cognitiva dos alunos, bem assim como dos seus interesses e expectativas de conhecimento.
A essencialidade de qualquer saber ou objectivo concreto de aprendizagem deverá ser aferida
pela sua relevância para apoiar a aquisição e o desenvolvimento das competências e atitudes
verdadeiramente estruturantes da formação do indivíduo; a tradução mecânica e compartimentada
dos programas das áreas ou disciplinas curriculares em listas inarticuladas de conteúdos ou objetivos
avulsos de aprendizagem não conduz à valorização dessa essencialidade.
O envolvimento dos alunos em diferentes contextos sócio–educativos e a complementaridade
entre situações formais e informais favorecem a identificação de realidades que frequentemente
escapam às práticas tradicionais de escolarização e ensino.
A avaliação, como processo regulador das aprendizagens, orienta construtivamente o percurso
escolar de cada aluno, permitindo-lhe em cada momento tomar consciência, pela positiva, do
que já sabe e do que já é capaz.
Acompanhar o percurso do aluno na construção do seu projecto de vida, tendo consciência
da singularidade que lhe é inerente, impõe uma gestão individualizada do seu percurso de aprendizagem.
A diversidade de percursos possíveis deverá no entanto acautelar o desenvolvimento
sustentado do raciocínio lógico matemático e das competências de leitura, interpretação, expressão
e comunicação, nas suas diversas vertentes, assim como a progressiva consolidação de todas
as atitudes que consubstanciam o perfil do indivíduo desenhado e ambicionado neste Projeto
Educativo.
sábado, 7 de março de 2009
O que é ser professor

O professor é o mediador desse processo de desenvolvimento do aprendiz. Ele tem sim, que preparar sua aula, ter responsabilidade e amar o que faz. Afinal de contas, sabemos que tal profissão não rende muitos lucros e a desvalorização corre solta. Mesmo assim, há os que se dispõe a fazer, como eu, não por dinheiro ou status mas por uma causa maior. Não estamos levando conhecimento e sim trocando conhecimentoS. Não existe essa de "professor sabe tudo". Existe uma troca, uma interação entre aluno e professor na qual, como o professor é possuidor de mais experiências pode, de fato mediar o acesso a informação. Existe muito mais em jogo nessa definição que não recobre apenas ao fato de gostar ou não do que faz. Atuo na área a 17 anos e posso perceber o seguinte: é muito bom ser professora, é muito difícil ser professora, é muito angustiante e ao mesmo tempo muito prazeroso. É algo que nem a Física explica. Mas é bom. E muito necessário. O mais importante no Brasil hoje é reconhecer a classe docente como uma unidade. Precisamos urgentemente da criação de uma Ordem (como a OAB) para impor um certo respeito que se perdeu no tempo. Fazemos licenciatura para atuar como professores e temos bacharéis tomando nossos cargos. Precisa organizar, precisa de união. Acho que escrevi demais. Isso porque não me viram falando...
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